Yuki Tsunoda terminou a classificação do GP da Itália, realizada na manhã deste sábado (6), avaliando os pontos positivos e negativos da sessão. Apesar de estar contente por ter chegado ao Q3, coisa que não conseguiu fazer nas duas últimas etapas, considera que seria possível um resultado melhor se houvesse vácuo na última volta da classificação.
Tsunoda enfrenta período complicado na Red Bull. Após ter sido promovido da Racing Bulls para a equipe principal no GP do Japão, ainda busca resultados verdadeiramente bons na nova equipe, mas até agora foram somente 9 pontos. Pelo menos os bons ventos deram as caras no sábado de Monza, com a ida ao Q3 e o décimo lugar que conquistou na pista virando nono posto, por conta de punição de Lewis Hamilton.
“No Q3, não consegui aproveitar o vácuo. Normalmente é bom ter um pouco de vácuo e circulação nesse tipo de pista, mas tive de liderar o pelotão, o oposto do que eu queria. Mas estou feliz com o desempenho. Estar no Q3 era algo que eu queria há muito tempo e, no geral, estou contente”, disse Tsunoda.
“As coisas pareciam melhores no papel. Provavelmente desde a primeira sessão de treino a situação foi um pouco melhor em comparação com as duas últimas corridas, que foram em pistas de alto downforce”, acrescentou.

“Mas continuou não sendo fácil. O equilíbrio ainda estava muito confuso e bastante inconsistente. Senti muito bem o motivo dessa equipe ter conquistado tantos campeonatos. Foi muito surpreendente ver como os engenheiros colaboraram entre si para melhorar o carro e poder ajustá-lo a cada sessão. Estou feliz comigo mesmo por ter conseguido maximizar isso, mas é uma pena o [resultado do] Q3”, finalizou.
Tsunoda é o 19º colocado no Mundial de Pilotos, com 12 pontos somados. Já a Red Bull ocupa a quarta colocação entre os construtores, por 214 pontos.
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Além da cobertura tradicional, o GRANDE PRÊMIO está IN LOCO em Monza para acompanhar todas as emoções da etapa com o repórter Leonid Kliuev.
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